Economia porque?

Sabe aquela coisa de fazer jornalismo justamente por gostar de ler e escrever e ter dificuldades com matemática? Pois bem, este foi um dos motivos [além da paixão incondicional pelo ato de noticiar] que me levaram a escolher o jornalismo. No entanto, menos de um ano após a formatura me deparei com uma vaga em um jornal especializado na cobertura da economia de Minas Gerais. Três anos se passaram desde então. De lá para cá aprendi não só a gostar de [alguns] números, como também passei a entender melhor algumas [poucas] questões que norteiam o nosso dia-a-dia. Por isso estou aqui: para tentar clarear um pouco para você também, falando sobre a economia de Minas Gerais. Seja por meio de minhas apurações, matérias e descobertas ou dados e informações econômicas relevantes fornecidos por colegas da área.

Boa leitura!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

AeC

A empresa mineira de call center está pronta para abrir seu capital. A operação deve acontecer, no mais tardar, no próximo ano. Além disso, em 2013 empresa fará aportes de R$ 90 milhões.

Leia sobre o assunto abaixo.


Publicada em 15-01-2013
Operação deve acontecer, no mais tardar, no próximo ano; em 2013 empresa fará aportes de R$ 90 milhões. 
MARA BIANCHETTI.  
AEC/DIVULGAÇÃO
Moreira: Minas é responsável por 80% do faturamento
Moreira: Minas é responsável por 80% do faturamento
A mineira AeC, empresa de Business Process Outsourcing (BPO) que há duas décadas oferece soluções em serviços integrados de consultoria,software e contact center, está pronta para entrar no mercado de capitais. Há quatro anos, a companhia, sediada em Belo Horizonte, vem se preparando para o feito e já concluiu a primeira etapa, que entre outros quesitos, inclui balanços auditados e a criação de um conselho administrativo.

O próximo passo, segundo o presidente da AeC, Alexandre Moreira, é esperar a listagem na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). "A empresa já está pronta. Falta agora sermos listados em bolsa, para realizar a oferta inicial de ações (IPO). Isso vai acontecer senão neste exercício, mais tardar no ano que vem", afirma.

Enquanto isso, a empresa segue realizando uma série de aportes para a expansão dos negócios no país. A partir de um projeto denominado "Ponta das Américas", a AeC está realizando vários investimentos no Nordeste brasileiro. O objetivo, de acordo com Moreira, é aproveitar o potencial da região, no que diz respeito ao volume de mão de obra disponível e ao grau de produtividade.

Neste exercício, as inversões totalizarão R$ 90 milhões, contra os R$ 61 milhões aplicados em 2012. Os estados que receberão os investimentos são Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará. Ao todo, serão criadas quase 5 mil novas Posições de Atendimento (PAs) e aproximadamente 6 mil empregos.

Os primeiros R$ 30 milhões já começaram a ser aplicados na instalação de duas unidades de contact center em João Pessoa (PB). Com inauguração confirmada para março, a primeira unidade contará com 400 PAs e vai gerar, inicialmente, 1,3 mil empregos diretos. Já a segunda unidade tem inauguração prevista para o segundo trimestre de 2013, com a criação de 1.420 posições.

Assim, conforme o presidente da AeC, a meta da companhia é encerrar este ano com aumento de 52% no faturamento em relação a 2012, totalizando R$ 730 milhões. No exercício passado, o faturamento da empresa foi de R$ 520 milhões, o que representa alta de 42% na comparação com 2011. O objetivo é chegar ao R$ 1 bilhão em 2014.


Minas - Em relação à representatividade de cada região de atuação para os negócios da AeC, Moreira destaca que Minas Gerais é responsável por cerca de 80% do faturamento. Com as duas unidades que serão inauguradas na Paraíba, a empresa contará com 14 pontos divididos entre Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraíba.

"Além disso, a empresa tem quatro centrais em Belo Horizonte, duas em Governador Valadares (Vale do Rio Doce), duas em Montes Claros (Norte de Minas) e duas em Campina Grande (PB)", diz.

Entre os principais clientes da AeC estão médias e grandes empresas nacionais e internacionais de vários setores. Entre eles, vale destacar: emissoras de TV, operadoras de televisão a cabo e celular, energia, prefeituras, montadoras de automóveis, hospitais e construtoras. Na área de Contact Center a empresa está entre as cinco maiores do país, com cerca de 11 mil posições de atendimento em operação e á22 mil funcionários.

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